7/27/2008

VAZIA


Carroça vazia

Certa manhã, meu pai, muito sábio, convidou-me a dar um passeio no bosque e eu aceitei com prazer.
Ele sentou numa clareira e depois de um pequeno silêncio me perguntou:
- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?
Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:
- Estou ouvindo um barulho de carroça.
- Isso mesmo, é uma carroça vazia ...
- Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?
- Ora, é muito fácil saber que uma carroça está vazia por causa do barulho.
- Quanto mais vazia a carroça maior é o barulho que faz.
Tornei-me adulto, e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, gritando (no sentido de intimidar), tratando o próximo com grossura inoportuna, prepotente, interrompendo a conversa de todo mundo e querendo demonstrar que é a dona da razão e da verdade absoluta, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo: Quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz...

ignoro o autor

7/24/2008

TRAUMA


A hipnose pode ajudar vítimas de crimes traumáticos superar medos livrando-as de memórias dolorosas, afirma um psicólogo. A Universidade de Adelaide iniciou um estudo radical, recrutando pessoas traumatizadas por ataques violentos ou outros crimes a fim de auxiliá-las a entrar em um estado alterado. A psicóloga e pesquisadora Birgit Pfitzer disse que vítimas que não são capazes de evitar pensamentos que causam medo já estão num estado próximo ao da hipnose. "Estas pessoas com frequência estão vivendo num lugar distraído e distante devido ao que aconteceu a elas," afirmou Pfitzer. "Portanto faz sentido usar a hipnose para tratá-las, ajudá-las a desbloquear estas memórias, reconsiderá-las e então continuar com suas vidas."

A terapia tem sido eficaz contra a depressão, a ansiedade e no controle da dor, porém nenhum estudo provou ainda ser a hipnose benéfica para o estresse pós-traumático de longo período. A universidade espera inscrever pessoas com idades entre 18 e 70 anos que tenham sido vítimas ou testemunhas de crimes que tenha acontecido há pelo menos três meses. Cada uma delas receberá apenas terapia comportamental cognitiva padrão ou hipnose adicional a fim de verificar se esta traz benefício extra. A Dra. Pfitzer acredita que estas pessoas requerem uma terapia "mais imaginativa" por que seus pensamentos traumáticos, ao contrário de outras memórias, estão codificados de maneira específica e fragmentada. "Isto é o que faz com que as pessoas os tranquem; mas isto não funciona por que eles retornam de um modo mais intrusivo," disse. Com a hipnoterapia os pacientes são induzidos a um "estado de atenção focalizada de uma concentração aumentada". "Isto é algo que na realidade nós experimentamos diariamente... quando você lê um livro ou quando está intensamente envolvido no trabalho," disse a Dra. Pfitzer. "Mas nós usamos este estado como uma terapia, estabilizando aqueles pensamentos e, de maneira cuidadosa e segura, passamos a recordar suas memórias traumáticas."

Acrescentou ainda que existem muitas concepções erradas a respeito deste tratamento, especialmente a idéia de que se possa lembrar de memórias perdidas durante um estado alterado. "Isto é algo que nunca promoveria," disse a Dra. Pfitzer. "Eu nunca afirmaria que qualquer memória espelha fatos reais. Esta é uma idéia incorreta do que isto significa."

7/15/2008

Hipnose.

Muitas pessoas estão se interessando pela hipnose clínica. No passado, somente pacientes com problemas psiquiátricos graves submetiam-se a este tipo de tratamento.
Mas hoje em dia a hipnose é amplamente usada para o tratamento de problemas clínicos físicos e psicológicos, tais como o tabagismo e o controle do estresse em trabalhadores de escritórios.


O tratamento com hipnose foi oficialmente aprovado para uso na medicina e cirurgia pela American Medical Association (AMA) em 1958, sendo introduzido na Coréia em 1987.
Cerca de cem neuropsiquiatras são membros da Sociedade Coreana de Hipnose Clínica (The Korean Society of Clinical Hypnosis) e empregam a hipnose no tratamento de problemas psicológicos. Eles observam que muitas pessoas equivocam-se a respeito da hipnose clínica.
Parte da confusão a respeito da hipnose tem origem em muitos programas de TV que mostram apresentadores sob a influência da hipnose andando à esmo ou fazendo o que quer que as peçam para fazer.
Isto pode ser interpretado dessa forma: uma possibilidade é que eles estão “realmente hipnotizados”, ou estão apenas encenando, pois o trabalho deles é entreter os telespectadores.
Infelizmente, a última alternativa é mais provável.

O segundo equívoco mais popular sobre a hipnose é que a pessoa, sob hipnose, com freqüência comporta-se de maneira estranha, independente de sua vontade. Isto não é verdade.
Em contrapartida, uma pessoa sob hipnose está num estado de consciência ou percepção.
O estado de hipnose é diferente daquele do sono, visto que a hipnose acontece quando o paciente está altamente concentrado e desperto.

A hipnose clínica não é sono, apesar de que algumas pessoas ficam tão relaxadas em transe a ponto de cair no sono.

O Dr. Byeon disse: “Os resultados do tratamento dependem dos métodos usados pelo especialista e da confiança dos pacientes em seu psiquiatra.” Acrescentou ainda: “Se o paciente é altamente hipnotizável e realiza a auto-hipnose, apenas uma sessão de tratamento pode ser o suficiente. Muitas pessoas procuram o tratamento com hipnose por diversas razões. A terapia com hipnose revela-se eficaz na redução da dor em doenças crônicas, câncer, ou desordens psiquiátricas, tais como ansiedade antes de exames, astrafobia, fobia de falar em público e estresse".

Geralmente, de dez a doze sessões são necessárias, mas algumas pessoas podem necessitar apenas de quatro sessões. O tratamento dura cerca de uma hora.
O Dr. Chae disse: “Esta terapia é útil para as pessoas que nos dias de hoje vivem sob muito estresse. Através da hipnose, elas podem de forma introspectiva buscar suas esperanças e seus sonhos, sendo capazes então de dar o próximo passo na jornada para tornar seus sonhos realidade.”
SBHH

7/12/2008

MOTIVAR


Era uma vez , um filhote que não sabe o que fazer para obter o que deseja.
Ninguém, o ensinou.
Frequentemente deseja algo que não conseguer alcançar. Em seu coração, tem certeza de que, em algum lugar, a solução existe.
Decide então, partir para procurar por ela no bosque dos sábios conselheiros.

Seu primeiro encontro é com um cão, ao qual pergunta:
"como fazer para obter tudo o que eu desejo ? "
E o cão responde :
"faça como eu, latindo, verás que os outros se assustam, e fazem o que desejas."
Muito barulhento, pensa o filhote, talvez exista outra maneira...

Prosseguindo, encontra uma serpente que , ao ouvir a pergunta, responde :
"é simples, basta dar uma pequena mordida, e estaras livre de qualquer obstáculo."
Um pouco drástico, pensa o filhote.

Encontra uma sereia, que diz :
"canta , e com teu belo canto, enfeitice todos e assim conseguirá facilmente obter o que queres..."

Encontra uma coruja, que começa a dar uma aula sobre a arte de negociação e sobre a necessidade de considerar as razões de ambos os lados. A coruja envereda tanto para os detalhes que o filhote se atormenta, deixando de lado seus preciosos conselhos.

Encontra uma garça, que sugere :
"pegue o que te serve e fuja o mais rápido que puderes, sem deixar que te peguem..."
Não quero fugir após conseguir o qiue quero, pensou o filhote...

Ele vai ao Leão, que declarta com uma voz autoritátia:
"basta decretar a lei, e todos serão obrigados a obeder-te..."
Mas, não sou rei, pensou...

Encontra uma toupeira, que o tranquiliza porque não vê o problema, aliás, para ela o problema não existe. O encontro com a toupeira o faz crer que talvez essa seja a ssolução: acredita que os problemas não existam e não ver o que for, a seus olhos , invisivel.

O filhote sente-se desanimado:
cafa um lhe propôs suas soluções, mas ninguém respondeu, verdadeiramente, à sua questão.

Imerso nesses pensamentos, encontra uma gaivota que voa livre e leve, confiando no vento que a conduz onde quiser ir.
O filhote está fascinado com a confiança que a gaivota demonstra em relação àquilo que é , aos seus olhos, invisivel;
e quando a gaivota pousou, o filhote vai ao seu encontro para perguntar também a ela como faz para ovbter o que quer.

A gaivota medita por um instante e responde:
"para obter o que quero, sobretudo me dedico muito, procuro no fundo do meu coração a minha vontade, confiando naquilo que possa fazer.
Mas a coisa mais importante que aprendi, foi deixar os outros livres de responder com um sim ou com um não.
Faço perguntas sem nunca transformá-las em pedidos ou pretensões. Sei que oposso convidar outros para voar comigo, mas não posso obrigá-los"

7/09/2008

Hipnose


Muitas pessoas estão se interessando pela hipnose clínica. No passado, somente pacientes com problemas psiquiátricos graves submetiam-se a este tipo de tratamento.
Mas hoje em dia a hipnose é amplamente usada para o tratamento de problemas clínicos físicos e psicológicos, tais como o tabagismo e o controle do estresse em trabalhadores de escritórios.

O tratamento com hipnose foi oficialmente aprovado para uso na medicina e cirurgia pela American Medical Association (AMA) em 1958, sendo introduzido na Coréia em 1987.
Cerca de cem neuropsiquiatras são membros da Sociedade Coreana de Hipnose Clínica (The Korean Society of Clinical Hypnosis) e empregam a hipnose no tratamento de problemas psicológicos. Eles observam que muitas pessoas equivocam-se a respeito da hipnose clínica. Parte da confusão a respeito da hipnose tem origem em muitos programas de TV que mostram apresentadores sob a influência da hipnose andando à esmo ou fazendo o que quer que as peçam para fazer.
Isto pode ser interpretado dessa forma: uma possibilidade é que eles estão “realmente hipnotizados”, ou estão apenas encenando, pois o trabalho deles é entreter os telespectadores. Infelizmente, a última alternativa é mais provável.


O segundo equívoco mais popular sobre a hipnose é que a pessoa, sob hipnose, com freqüência comporta-se de maneira estranha, independente de sua vontade.
Isto não é verdade. Em contrapartida, uma pessoa sob hipnose está num estado de consciência ou percepção.
O estado de hipnose é diferente daquele do sono, visto que a hipnose acontece quando o paciente está altamente concentrado e desperto.
A hipnose clínica não é sono, apesar de que algumas pessoas ficam tão relaxadas em transe a ponto de cair no sono.

O Dr. Byeon disse: “Os resultados do tratamento dependem dos métodos usados pelo especialista e da confiança dos pacientes em seu psiquiatra.” Acrescentou ainda: “Se o paciente é altamente hipnotizável e realiza a auto-hipnose, apenas uma sessão de tratamento pode ser o suficiente. Muitas pessoas procuram o tratamento com hipnose por diversas razões. A terapia com hipnose revela-se eficaz na redução da dor em doenças crônicas, câncer, ou desordens psiquiátricas, tais como ansiedade antes de exames, astrafobia, fobia de falar em público e estresse".
Geralmente, de dez a doze sessões são necessárias, mas algumas pessoas podem necessitar apenas de quatro sessões. O tratamento dura cerca de uma hora.
O Dr. Chae disse: “Esta terapia é útil para as pessoas que nos dias de hoje vivem sob muito estresse. Através da hipnose, elas podem de forma introspectiva buscar suas esperanças e seus sonhos, sendo capazes então de dar o próximo passo na jornada para tornar seus sonhos realidade.”

7/04/2008